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 ENCARTE

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O Álbum inteiro estará disponível GRÁTIS no canal da banda no YouTube.

Na playlist (ALBUNS (AUDIO ONLY).

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https://www.youtube.com/channel/UCgfYQr8NopXkieU51TpeBBQ

Lançado em 2017. Gravado, mixado e co-masterizado por Henrique "Baboom" Canale, co-mixado por Daniel Coronado e masterizado por Alessandro "Kbral" Cabral no estúdio "Toque Final Mix & Master" em 2014 e 2015. Design Gráfico por João Duarte e Marcelo Mesch. Fotos (Fabio Loffs) por Jean Santiago.

Criação de Arte, composição das músicas e produção, guitarra, baixo e criação bateria eletrônica pelo vocalista Fabio Loffs.

Músicos convidados:

Henrique "Baboom" Canale, Alex Andreoni (Santarém), Fernando Debuxe, Allan Juliano, Dudu Firmo, Zé Langer, Daniel Coronado.

– Fabio Loffs comenta o Álbum, e faixa a faixa:

Não gosto de álbuns longos. Geralmente tem algumas músicas somente pra preencher, que são abaixo da qualidade das outras. Mas também não queria fazer um EP. 

São 7 músicas, Introdução e Encerramento (que na Versão Brasileira estão em português). Portanto, 9 Faixas.
São as músicas mais antigas que compus, com excessão da "Karyttah", composta durante as gravações. Decidi colocá-la, não só por ser a música título da banda, mas como desafio. Será que não distoará das outras?
 
A capa é baseada na música "New Age". Que também é o título do Álbum. Porém, como a música titulo da banda foi incluida de última hora, eu precisava de algum jeito incluí-la como título, por isso o sub-título.
 
As gravações foram muito difíceis. Não por ter que tocar quase todos os instrumentos, mas sim, por ter que criar cada detalhe deles. Todo artista sabe que nem sempre consegue materializar sua arte do jeito que vem na inspiração. Isso dá muito trabalho. É o que chamam de transpiração. O vocal era o que me preocupava mais. Além de ser o que, geralmente, chama mais a atenção. É a minha real função. A maior parte eu já sabia como deveria ser, mas não sabia se ia conseguir executar, pois eu tinha idéias bastante variadas. Ora sussurrado, ora bem suave, distorcido, grave, agudo, etc. Mas, enfim, creio que consegui.
Fiquei feliz com o resultado.
E você?

A produção técnica me preocupava também, mesmo com todo o avanço tecnológico da época atual, trabalhar com áudio não é fácil, nem sempre fica como queremos, e quase sempre só temos como saber disso depois de um tempo que o trabalho está terminado. Felizmente, ficou como eu queria. Mérito do técnico de gravação Henrique Canale, mais conhecido como Baboom, e do masterizador Alessandro Cabral, conhecido como Kbral. E, também com a ótima ajuda de Daniel Coronado que sugeriu algumas mudanças que acabaram deixando o som do jeito que eu imaginava.

– FAIXAS:

[1] INTRO – A NOVA ERA:
A música "Nova Era" é baseada em algumas profecias apocalípticas que falam que os maldosos serão enviados para mundos inferiores, fazendo com que a Terra entre numa nova e boa fase. A introdução cita duas dessas profecias. Eu precisava passar um clima dramático no instrumental e na recitação.

[2] NEW AGE (Nova Era):
O tema foi apresentado na introdução. No momento a música que mais gosto. Não sei dizer exatamente que estilo é. Pode ser Heavy Metal, talvez Hard Rock, e no meio com um instrumental progressivo ou New Age com intenção de passar um clima viajante.  
Fiquei muito feliz com o vocal. Consegui a suavidade na voz que eu queria para algumas partes. Participações especiais de Henrique "baboom" Canale no baixo e teclado, e de Alex Andreoni (Santarém) num maravilhoso solo.

[3] THE OTHER SIDES (Os Outros Lados):
Música mais antiga que compus, por isso, creio eu, a que mais lembra algumas das minhas influências, no caso, Iron Maiden e Helloween. É rápida, pode-se dizer que é Power Metal. A letra fala sobre que as aparências podem enganar. Vocal sussurrado no início, vozes em stereo, clima de suspense. Quando entra o peso e velocidade, vocal distorcido agudo, mas sem exagerar.

[4] ONCE MORE AGAIN (Mais Uma Vez Novamente):
Talvez seja a balada do álbum, ou o que mais se aproxima disso. Tem 3 fases. 1ª Parte é Pop, com ótima participação no piano da amiga Priscila Mendes, a 2ª é Metal, e a 3ª Hard Rock, ou seja, várias mudanças. Adoro. Fala das minhas várias frustrações amorosas. Espero um dia fazer uma música que seja um final feliz pra isso. Por enquanto, ainda não dá, Risos. Em cima da hora mudei o vocal da primeira parte, também decidindo fazer mais grave. Gostei, uma variação a mais. Tenho uma gravação com o vocal antigo. Quem sabe lanço em algum Songle. Lindo solo de Fernando Debuxe, e algumas idéias na bateria de Allan Juliano, colegas da minha ex-banda Parallels.

[5] NEVER SAY NEVER (Nunca Diga Nunca):
Pode ser considerada a música mais pesada de todas, um Heavy Metal, simples e direto. O tema é sobre as mudanças inesperadas a vida. E, claro, a música tambem tem mudanças de ritmo. Detalhe para o riff-solo de guitarra com notas fora do tempo. Quando gravei o técnico achou que eu tinha errado, mas eu disse que era assim mesmo. Espero que não assuste quem ouvir. Ou melhor. Que assuste sim, risos. Causar sensações. Arte é pra isso.

[6] EXTERNAL SUGGESTIONS (Sugestões Externas):
Fala das várias influências que podemos ter e que mudam nossa personalidade. Muitas delas sem que percebamos. Devemos ficar atentos. Detalhe para o refrão em coro, com alguns Backing Vocals do meu amigo-irmão Dudu Firmo. E, meu solo de guitarra. Minha função é cantar, mas eu precisava de um registro definitivo como guitarrista. Me realizei. O final da música cruza com o inicio da próxima. Ótima sensação. Mas isso somente no CD físico.

[7] THE END OF OUR LIVES (O Fim de Nossas Vidas):
Fala sobre a morte, e o que pode vir depois dela. Música com mais mudanças de ritmo, variações de clima, vozes, estilos, solos. Onde fica claro minha influência de progressivo, principalmente da banda Fates Warning. Teclados de Daniel Coronado. Solo rápido de Zé Langer, de acordo com que a mudança de ritmo pedia, E outro solo maravilhoso de Alex Andreoni, o melhor do álbum, na minha opinião. Ah, e um solinho meu, risos.

[8] KARYTTAH:
Logo após a música mais variada do álbum, pra quebrar um pouco, eu coloquei a mais simples.
Fala que a caridade nao é doação de coisas materiais, e sim, qualquer atitude com sentimento pro bem. Sem muitas mudanças, com detalhe para o refrão. Música com clima de fim de Show. Principalmente no final. Fico imaginando o público cantando junto comigo.

[9] GRAND FINALE – A CARIDADE:
Encerramento no mesmo estilo da introdução. Um dos textos mais bonitos da humanidade.